BIO 



Luíza Bastos Lages é uma artista transdisciplinar de Itabitiro, Minas Gerais, Brasil.

Por meio do que nomeia construtos sensíveis, Luíza propõem narrativas visuais que mesclam vida cotidiana, a iminência do arruinamento e memória.
Usualmente, seu trabalho combina escrita, objeto-escultura e imagem em movimento, que, em diálogo, resultam em instalações com diferentes formatos. Por meio deste trabalho, a artista busca destilar a continuidade da história do capitalismo e a dimensão semiótica da colonização. As relações políticas entre as Américas são a lente pela qual Luíza aborda tais dimensões, bem como as experiências de vida sob o capitalismo avançado vis-à-vis a sua história colonial.

Em termos de processo de trabalho, sua produção é informada mutuamente por uma dedicação à história, à teoria crítica e à pesquisa jornalística, bem como por sua implicação pessoal  na temática com a qual trabalha. A materialidade das suas obras comumente parte de um processo associativo aliado à construção de uma taxonomia material: uma tentativa de decodificar e, a partir daí, recodificar a significação dos materiais cotidianos com os quais Luíza costuma trabalhar.

Luíza foi fellow e residente do MIT Transmedia Storytelling Initiative (2020), é mestre em Arte, Cultura e Tecnologia pelo Massachussets Institute of Technology (2020) e bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG (2013).



EXPOSIÇÕES



Exibição do Filme ‘Paisagens Ficcionais’
‘Tempo Falacioso; Superimposiciones Botánicas’,

Sin Cinta Previa + Chuquimarca Projects,
Chicago, EUA, 2020


Exposição Coletiva Virtual
‘who feels at home in the visible world ’,
MIT, Cambridge, EUA, 2020


Programa de Residência à Distância
Transmedia Storytelling Initiative,
MIT, Cambridge, EUA, 2020


Exposição Coletiva Estúdio Aberto, 
Carpenter Center,

Universidade de Harvard, Cambridge, EUA, 2019


Performance no evento 'Define Abolition',
The Annex,

Universidade de Harvard, Cambridge, EUA, 2019


Exposição Coletiva 'Put That There, 
MIT, Cambridge, EUA, 2019